segunda-feira, 20 de junho de 2011

Bispo Diz Que Estupro Só é Possível Com o Consentimento da Mulher

O Bispo de Guarulhos, Luiz Gonzaga Bergonzini, diz que mulheres mentem ao dizer que foram estupradas. Ele acusa que a mentira seria apenas para conseguir liberação da lei para pratica do aborto. "Vamos admitir até que a mulher tenha sido violentada, que foi vítima... É muito difícil uma violência sem o consentimento da mulher, é difícil", comenta. 

O bispo ajeita os cabelos e o crucifixo e diz: "Já vi muitos casos que não posso citar aqui. Tenho 52 anos de padre... Há os casos em que não é bem violência... [A mulher diz] 'Não queria, não queria, mas aconteceu...'". Ele continua: "Então sabe o que eu fazia?" Nesse momento, o bispo pega a tampa da caneta da repórter e mostra como conversava com mulheres. "Eu falava: bota aqui", pedindo, em seguida, para a repórter encaixar o cilindro da caneta no orifício da tampa. O bispo começa a mexer a mão, evitando o encaixe. "Entendeu, né? Tem casos assim., do 'ah, não queria, não queria, mas acabei deixando'. O BO é para não facilitar o aborto", diz.



A posição do bispo é um uma tentativa de dificultar o aborto nas cidades da grande São Paulo.


Em tempo: Eu sou definitivamente contra o aborto por se tratar de um crime contra a vida, que é um dom de Deus. Mas acho que o bispo Bergonzini meteu os pés pelas mãos afirmando que as mulheres consentem com o estupro. Com certeza, suas declarações trarão grande desconforto, especialmente àquelas mulheres que viveram essa trágica experiência, bem como suas famílias.

Descontroladas


Me desculpem aqueles que gostam deste tipo de "movimento", mas não me contive. Ri demais!

OMG!!! WTF???

domingo, 19 de junho de 2011

DIP - Domingo da Igreja Perseguida (2)

Neste dia 19/06, realizamos em nossa Igreja o DIP - Domingo da Igreja Perseguida, como já o fazemos nos últimos anos. Intercedemos pelos cristãos perseguidos, levantamos ofertas para o auxílio a esses cristãos (via Missões Portas Abertas) e fomos desafiados pelo Senhor, a sermos fieis a Ele, independente das circunstâncias, através de uma exposição bíblica em Daniel 6.1-20. 


O profeta Daniel sofreu perseguição no império medo-persa devido a sua fé no Deus vivo e verdadeiro. No entanto, ele permaneceu fiel a Deus, mesmo sob uma condenação à morte.


Segue abaixo um pequeno esboço da mensagem:


Texto bíblico: Daniel 6.1-28


Tema: Decida ser fiel a Deus


1. Quem decide ser fiel a Deus rejeita a intimidação (vv.6-10);


2. Quem decide ser fiel a Deus prioriza a oração (vv.10-13);


3. Quem decide ser fiel a Deus permanece firme na provação (vv.14-18);


4. Quem decide ser fiel a Deus recebe a gratificação (vv.19-28).


Ainda passamos os vídeos que seguem abaixo:





Acesse o site da Missão Portas Abertas e conheça a realidade dos cristãos secretos. Com certeza você será impactado.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

DIP - Domingo da Igreja Perseguida

Neste domingo (19/06) a Missão Portas Abertas, em parceria com milhares de Igrejas Evangélicas em todo país, realizará mais um Domingo da Igreja Perseguida (DIP). 

Criado há 21 anos pelo Irmão André, fundador da Portas Abertas, o DIP visa despertar os cristãos para a necessidade de orar e contribuir com os cristãos que sofrem perseguições por causa da sua fé em Jesus Cristo (especialmente no mundo árabe, Coreia do Norte, e nos países africanos de orientação muçulmana, entre outros), dando-lhes suporte espiritual, emocional e financeiro.

No vídeo abaixo você pode conferir a chamada oficial para o DIP:


Para quem quer conhecer a lista dos países que mais perseguem os cristãos, basta clicar aqui.

Idosa Americana Processa Igreja Por Realizar Cerimônia de Compromisso' Lésbico

Kathleen Gilbert


WASHINGTON, D.C., EUA, 28 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Para Yvonne Moore, quando sua congregação Batista do Sul realizou uma “cerimônia de compromisso” lésbico, não foi só algo contra a Bíblia — foi uma traição pessoal. A traição levou a idosa negra, que havia frequentado a Igreja Batista da Aliança em Washington D.C. durante 37 anos, a processar para que suas doações semanais fossem devolvidas — doações avaliadas em aproximadamente 250 mil dólares.


“Fiquei transtornada — eu dou para a igreja dez centavos de cada dólar. Eu pago dízimos, e eles não respeitaram os membros o suficiente para nos escutar”, disse Moore numa entrevista da CNN publicada na quinta-feira. “Não acredito nessas coisas. Sou uma batista do Sul. A Bíblia fala contra o homossexualismo — não se pode levar isso para dentro da igreja”, disse ela. Moore diz que frequentou o evento não acreditando que ocorreria em sua igreja, e achou a cerimônia “totalmente repugnante”.


Evidentemente, Moore não é o único membro transtornado com a mudança: A reportagem da CNN menciona brevemente que a congregação perdeu metade de suas famílias por causa do descalabro. Os pastores Christine e Dennis Wiley, porém, foram obstinados em sua decisão de celebrar a união da dupla lésbica“Não dá para você simplesmente ler uma Bíblia e pensar que de certa maneira você não dominou a palavra de Deus”, disse Dennis Wiley.
Revª. Christine e seu esposo Rev. Dennis Wiley
Mais tarde Moore desistiu do processo, embora tenha dito que não voltará mais àquela igreja.
Num encontro anual neste mês, os líderes americanos dos batistas do Sul aprovaram resoluções se opondo à normalização da homossexualidade nas forças armadas e no ambiente de trabalho.


O Distrito de Colúmbia [onde fica a capital dos EUA] começou a disponibilizar licenças de casamento para duplas de mesmo sexo em março, juntando-se a cinco Estados que revogaram a definição legal de casamento entre um homem e uma mulher.


Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Em tempo: Olha que isso aconteceu no ano passado. Infelizmente, nem os Batistas do Sul dos EUA, denominação conhecida por seu conservadorismo, tem escapado desta "teologia inclusivista". Se a atitude de processar a Igreja foi das mais louváveis, ao menos o protesto da irmã Yvonne Moore é digno de admiração. Num mundo onde o pecado é cada vez mais aceito entre  aqueles que deveriam repudiá-lo, Deus tem levantado arautos para clamarem contra ele.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Pastoras Lésbicas Vão "Evangelizar" na Parada Gay em SP

Três semanas depois de inaugurar uma igreja inclusiva e voltada para acolher homossexuais no Centro de São Paulo, o casal de pastoras Lanna Holder e Rosania Rocha pretende participar da Parada Gay de São Paulo, em 26 de junho, para "evangelizar" os participantes. Estudantes de assuntos ligados à teologia e a questões sexuais, as mulheres encaram a Parada Gay como um movimento que deixou de lado o propósito de sua origem: o de lutar pelos direitos dos homossexuais.

“A história da Parada Gay é muito bonita, mas perdeu seu motivo original”, diz Lanna Holder. Para a pastora, há no movimento promiscuidade e uso excessivo de drogas. “A maior concepção dos homossexuais que estão fora da igreja é que, se Deus não me aceita, já estou no inferno e vou acabar com minha vida. Então ele cheira, se prostitui, se droga porque já se sente perdido. A gente quer mostrar o contrário, que eles têm algo maravilhoso para fazer da vida deles. Ser gay não é ser promíscuo.”

As duas pastoras vão se juntar a fiéis da igreja e a integrantes de outras instituições religiosas para conversar com os participantes da parada e falar sobre a união da religião e da homossexualidade. Mas Lanna diz que a evangelização só deve ocorrer no início do evento. “Durante [a parada] e no final, por causa das bebidas e drogas, as pessoas não têm condição de serem evangelizadas, então temos o intuito de evangelizar no início para que essas pessoas sejam alcançadas”, diz.

Leandro Rodrigues, de 24 anos, um dos organizadores da Parada Gay, diz que o evento “jamais perdeu o viés político ao longo dos anos”. “O fato de reunir 3 milhões de pessoas já é um ato político por si só. A parada nunca deixou de ser um ato de reivindicação pelos direitos humanos. As conquistas dos últimos anos mostram isso.”

Segundo ele, existem, de fato, alguns excessos. “Mas não é maioria que exagera nas drogas, bebidas. Isso quem faz é uma minoria, assim como acontece em outros grandes eventos. A parada é aberta, e a gente não coíbe nenhuma manifestação individual. Por isso, essas pastoras também não sofrerão nenhum tipo de reação contrária. A única coisa é que o discurso tem que ser respeitoso.”

Negação e aceitação da sexualidade

As duas mulheres, juntas há quase 9 anos, chegaram a participar de sessões de descarrego e de regressão por causa das inclinações sexuais de ambas. “Tudo que a igreja evangélica poderia fazer para mudar a minha orientação sexual foi feito”, afirma Lanna. “E nós tentamos mudar de verdade, mergulhamos na ideia”, diz Rosania. As duas eram casadas na época em que se envolveram pela primeira vez. “Sempre que se fala em homossexualidade na religião, fala-se de inferno. Ou seja, você tem duas opções: ou deixa de ser gay ou deixa de ser gay, porque senão você vai para o inferno. E ninguém quer ir para lá”, diz Lanna.

A pastora afirma que assumir a homossexualidade foi uma descoberta gradual. “Conforme fomos passando por essas curas das quais não víamos resultado, das quais esperávamos e ansiávamos por um resultado, percebemos que isso não é opção, é definitivamente uma orientação. Está intrínseco em nós, faz parte da nossa natureza.”

Igreja Cidade de Refúgio

Segundo as duas mulheres, após a aceitação, surgiu a ideia de fundar uma igreja inclusiva, que aceita as pessoas com histórias semelhantes as delas. “Nosso objetivo é o de acolher aqueles que durante tanto tempo sofreram preconceito, foram excluídos e colocados à margem da sociedade, sejam homossexuais, transexuais, simpatizantes”, diz Lanna. Assim, a Comunidade Cidade de Refúgio foi inaugurada no dia 3 de junho na Avenida São João, no Centro de São Paulo. Segundo as pastoras, em menos de 2 semanas o número aumentou de 20 fiéis para quase 50. Mas o casal ressalta que o local não é exclusivo para homossexuais. “Nós recebemos fiéis heterossexuais também, inclusive famílias”, diz Rosania.

Apesar do aumento de fiéis, as duas não deixaram de destacar as retaliações que têm recebido de outras igrejas através de e-mails, telefonemas e programas de rádio e televisão. “A gente não se espanta, pois desde quando eu e a pastora Rosania tivemos o nosso envolvimento inicial, em vez de essa estrutura chamada igreja nos ajudar, foi onde fomos mais apontadas e julgadas. Mas não estamos preocupadas, não. Viemos preparadas para isso”, afirma Lanna.

Fonte: G1, por indicação do jovem Augusto Dias.

Durma com um barulho desses!

E Assim Caminha o Evangelicalismo Brasileiro (Parte 2)

Continuando a sequência de programações pitorescas e bizarras de alguns grupos religiosos em nosso país. Se segura! Mas não pode rir.
Quem vai querer?

Novena? Mas...

WTF?

Precisamos disso aqui em Mutum/MG

Macumba gospel

Pensa que acabou? Continua...
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