sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Entrando numa fria: Igreja de gelo será erguida na Alemanha

Projeto da Igreja de gelo

Uma Igreja Luterana totalmente de gelo será erguida na aldeia de Mitterfirmiansreut (não me peça para pronunciar) região da Baviera, Alemanha, próximo à fronteira com a República Tcheca. 

Igreja de gelo construída em 1911 na mesma aldeia

A Igreja ainda não foi erguida, mas já há diversos pedidos de reservas para casamentos e batismos. O projeto é uma homenagem aos antepassados dos moradores, que também fizeram  um templo de gelo a mais de 100 anos atrás.

 Bernd Stiefvater, um dos idealizadores do projeto

Isso é o que eu chamo de "Igreja fria".


Com informações de Gospel Prime e Spiegel

O Cristianismo ainda é a religião que mais cresce no mundo


Segundo o estudo anual “Estado das Missões Globais” o número de ateus e não religiosos diminui a cada dia no mundo. “Especificamente, neste milênio (de 2000 a 2011) a categoria ‘não religiosa’ perde cerca de 700 adeptos por dia, enquanto os ‘ateus’ perdem 300. Ou seja, nos últimos 11 anos, os “infiéis” perderam 2,7 milhões de adeptos e os ateus, 1,37 milhão.

O segmento de fé que mais cresce são os evangélicos, adicionando cerca de 60.000 fiéis por dia. Em seguida vem o catolicismo, que aumenta 34 mil pessoas por dia. No Islã nascem 79 mil fiéis diariamente e no Hinduísmo, 37.000.

Comparando esses números com 1970 (em plena revolução sexual no Ocidente e ateísmo comunista na Europa) percebe-se que, em 41 anos, o ateísmo perdeu 28 milhões de adeptos. Por outro lado, pessoas que se denominam ‘não-religiosas’ cresceram mais de cem milhões. Devido à queda dos regimes comunistas, muitos que antes se declaravam ateus agora dizem apenas ser ‘não-religiosos’. Da mesma forma, na China, no Vietnã e em outros países comunistas, muitos preferem dizer que são ‘não religiosos’ em vez de ateus.

Portanto, no século 21 o número de ateus irá diminuir enquanto as religiões continuarão crescendo. Isso inclui a recuperação do Judaísmo (15,1 milhões em 1970 e menos de 14 em 2000) que agora tem 14,9 milhões de membros.

Os seguidores de outras religiões estão distribuídos da seguinte forma:

# O cristianismo, com todas as suas variantes, soma 2,3 bilhões de pessoas, aumentando 94 mil pessoas por dia (entre protestantes, católicos e ortodoxos);

# Muçulmanos, com quase 1,580 bilhão de adeptos, cresce a uma taxa de 79.000 fiéis por dia;

# O Hinduísmo conta hoje com 952 milhões de adeptos e aumenta em 37 mil a cada dia;

# O Budismo tem 468 milhões fiéis, somando mais 13.800 por dia;

# Taoísmo chinês e o confucionismo já são 457 milhões, ganhando 9.300 seguidores por dia;

# As religiões étnicas totalizam 269 milhões de seguidores, aumentando cerca de 9.000 por dia.

Estima-se que ainda há no mundo dois bilhões de pessoas que nunca ouviram a mensagem do evangelho de forma clara. Outros 2,680 bilhões já ouviram falar ou conhecem um pouco, mas não são cristãos.

Entre os cristãos

# A Igreja Católica totaliza 1,160 bilhão de fiéis, de acordo com este estudo, ganhando mais 34 mil por dia;

# As igrejas protestantes (incluindo os anglicanos) totalizam 1,125 bilhão de fiéis no mundo;

# O total de pentecostais é 612 milhões, crescendo 37 mil por dia;

# Os protestantes “tradicionais” são 426 milhões, acrescendo 20.000 por dia;

# Os anglicanos, principalmente da África e Ásia, totalizam 87 milhões, com mais 3.000 se unindo a eles a cada dia;

# Finalmente, a igrejas ortodoxas possuem 271 milhões de seguidores, ganhando apenas 5.000 por dia.

O estudo entende que as “seitas cristãs” (Testemunhas de Jeová, mórmons, grupos que duvidam da Trindade ou da divindade de Jesus, etc …) são apenas 35 milhões, crescendo a uma taxa de 2.000 por dia.

Mais Dados

É preciso entender que a maneira mais fácil de fazer um grupo crescer é pelo nascimento. Quanto mais filhos, mais fácil é de ajudar a sua tradição religiosa. Outra forma é a conversão. Mesmo sendo menos fácil de contabilizar, especialmente onde são proibidas, ocorre aos milhões a cada ano. A situação mais comum é um cônjuge aderir à religião do outro.

Outro dado curioso é que em 2011, estima-se que são colocadas mais de 71 milhões de Bíblias (em suas diversas versões) no mundo a cada ano. Calcula-se que existe hoje 1.740 bilhão de Bíblias disponíveis no planeta, muitas delas de forma clandestina.

Fonte: Gospel Prime.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

A polêmica do jornalismo "iurdiano" da Record e a reação oportunista de Malafaia

Imagem do blog do Pr. Ciro Zibordi


Foi no domingo... Já se passaram quase uma semana que a Record exibiu um polêmico programa onde denunciou as manifestações pentecostais (?) do chamado "cair no Espírito" (?). A briga entre Edir Macedo e os adeptos do "cair no espírito" já merece um capítulo à parte e eu já publiquei algo aqui no blog sobre isso, mas fui censurado; isso mesmo amigo leitor, censurado. Após uma denúncia, meu post foi bloqueado pelo blogger e e fui convidado a modificar o "conteúdo ofensivo", para ele voltasse a ser exibido. Eu preferi ter o post bloqueado do que me render à pressão de ter que mudar minha livre opinião que, em momento algum, atacou as pessoas envolvidas e sim as suas práticas bizarras. Mas tudo bem.

O Macedão usou sua emissora para atacar seus adversários religiosos. Se antes a briga da IURD era com o Catolicismo e com os cultos afro-brasileiros, os oponentes da vez são os pentecostais (?)  que praticam o "cair no Espírito". O último "Domingo Espetacular" atacou o pessoal do "retété" sem dó nem piedade, gerando revolta em líderes e crentes do Brasil inteiro. Tanto que no Twitter, rapidamente a hashtag #VergonhaRecord rapidamente estava entre os TT's.

Após a exibição, entrou em ação o oportunista Pr. Silas Malafaia, dando uma de defensor dos fracos e oprimidos. Em seu programa, Malafaia falou até espumar o canto da boca, mas não apresentou nenhum argumento bíblico. Como bem diz o Danilo, do Genizah, infelizmente, ele associa à teologia pentecostal tudo o que é ensinado pelo movimento da "confissão positiva", em especial a teologia da prosperidade e afirma que os evangélicos foram difamados com a reportagem da Record. Os evangélicos? Quem ele pensa que é para falar em nome dos evangélicos? Nem todos o evangélicos são adeptos do "cai-cai". Logo, "todos" uma vírgula Sr. Malafaia! Diversas denominações sérias não ensinam, não endossam e não praticam isso, porque não há respaldo nas Escrituras Sagradas para o apoio desta lástima chamada "cair no espírito".


Benny Hinn, um dos mestres do "cai-cai" em ação. Será isso bíblico?

É impressionante como perdemos tempo com mazelas e caprichos particulares. Tanto Macedo quanto Malafaia se preocupam apenas consigo mesmos. Cada um defende a sua própria postura, que nada tem a ver com a Palavra de Deus. A briga é política e não apologética; é pela afirmação de poder e não pela afirmação das Escrituras. É um cabo de guerra para ver quem é o mais forte nesse mundo paralelo do evangelicalismo midiático. 

Ainda que eu não concorde com a prática do "cai-cai" e ver coisas positivas (e negativas) na reportagem, infelizmente, está claro que a mesma traz a marca da competição e da falta de amor; o amor ensinado nas Escrituras que leva o cristão a abençoar os que nos perseguem (Rm 12.14).


A briga esquenta entre os "poderosos"

Não vou postar nenhum vídeo aqui, nem da reportagem e nem do Malafaia. Eles podem ser facilmente encontrados no You Tube e em outros blogs. Apenas fica registrado o que eu penso de todo este cataclismo pseudo-evangélico que vem assolando alguns arraiais e criando mais separação do que união. Faço minhas as palavras de Caio Fábio: Eu quero é que eles se arrependam!


Em tempo: Se alguém quer uma posição pentecostal sadia, bíblica e teológica a respeito do "cai-cai", veja as análises feitas pelo sóbrio pastor pentecostal Ciro Sanches Zibordi. Clique aqui, aqui, aqui e aqui.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A polêmica campanha publicitária da Benetton


A marca italiana Benetton criou polêmica ao criar uma campanha publicitária mostrando vários líderes mundiais se beijando. As fotomontagens trazem até mesmo o Papa Bento XVI “beijando” Ahmed Mohamed el Tayeb, imã da mesquita de Al Azhar no Cairo.



O objetivo da empresa é promover a campanha batizada de “Unhate” (algo como "sem ódio") que condena a “cultura do ódio”. Bento de VI não é o único que foi exposto nessa campanha. O presidente americano Barack Obama aparece em duas montagens, em uma ele aparece beijando o líder chinês, Hu Jintao, e em outra ele aparece beijando o presidente da Venezuela, Hugo Chávez.

O Vaticano já se manifestou condenando a peça publicitária e caracterizou a campanha como desrespeitosa. “Isso mostra uma grave falta de respeito pelo papa, uma ofensa aos sentimentos dos fiéis e uma clara demonstração de como a publicidade pode violar as regras básicas do respeito às pessoas”, declarou o porta-voz do Vaticano, o Pe. Federico Lombardi, à agência France Presse (AFP).

Com informações Yahoo

Segundo informações do G1, a Benetton já retirou a montagem do papa e do imã de sua campanha.

Para ver todas as montagens, clique aqui.

Para atrair jovens, Igreja Luterana sueca apela para a balada tecno


Os jovens da cidade de Estocolmo, Suécia, agora contam com um novo lugar para curtir as noites de sexta-feira, trata-se de um projeto de uma Igreja Luterana que tenta atrair os jovens criando um “culto tecno” onde o público pode curtir música eletrônica antes de ouvir o sermão do pastor.

A ideia partiu do Rev. Olle Idestrom, líder da Igreja de Todos os Santos (não tem ligação nenhuma com a fé mórmon), que deseja fazer com que esse público seja atraído para dentro da igreja.

"Fieis"se lançam na pista de dança

Todas as sextas-feiras a reunião religiosa junta dança e juventude, criando um ambiente muito parecido com boates e danceterias. No Brasil esse tipo de culto também é bastante frequente, pois diversas igrejas já adotaram os “cultos tecnos” para atrair o público jovem e apresentar a palavra de Deus.

Com informações de Gospel Prime e G1

Isso me lembrou uma bizarra paródia: "Pula, sai do chão, esse é o bonde do Cristão!..."

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Fernanda Brum, a "unção de Arão" e muito óleo


Vocês se lembram daquele "pastor" que recebeu uma "unção" com 12 litros de óleo? Caso a sua memória não esteja muito boa, relembre o fato clicando aqui. Lembrou? Então... Parece que a sua encharcada ideia já havia sido adotada por uma figura ilustre do reino da gospelândia: A cantora "pastora" Fernanda Brum.

É meus amigos... Fernanda Brum "brea", "bizunta" e banha os novos "levitas" com uma jarra de óleo numa conferência na cidade de Londres em 2008. Confira a bizarrice no vídeo abaixo:

Não quero ser desrespeitoso, mas a partir do dos 2:23 parece que a irmã está falando "iabadabadabadabadú".

Até CD's são "ungidos" hoje em dia. Só a graça"

Nota-se uma pobreza teológica gritante nos argumentos de Fernanda. Engraçado que sempre se usa as mesmas razões: "Ato profético". Essa onda neopentecostal de insistir em contemporaneizar práticas vétero-testamentárias, aplicando-as ao Cristianismo é mais do que ridículo - é ofensivo ao Senhor. E explico porque.


Fernanda Brum há muito se envereda pelo judaizantismo. Aqui ela posa com um chofar.

Meus Deus, Arão foi ungido para ser sumo-sacerdote e sua função era representar o povo diante de Deus (Lv 8), isso porque não havia, ainda, a ligação direta dos crentes com o Senhor. Jesus abriu para nós o novo e vivo caminho, portanto, não precisamos mais de ninguém nos representando - nós podemos chegar, livremente, ao trono da graça do Senhor pelos méritos de Cristo (Hb 10.19-23). Portanto, não existe esse negócio de "unção de Arão", porque todos os crentes são ungidos; todos os crentes são sacerdotes.

Esse negócio de chamar cantores de "levitas" é outra discrepância teológica. Ao fazer isso, cria-se uma classe específica de "adoradores". O ministério levítico não é aplicável ao Cristianismo porque pertencia a antiga aliança. Os levitas eram membros de uma família, uma das 12 tribos de Israel (Levi), que era destinada a todos os serviços no tabernáculo, e mais tarde no templo. Eles não eram apenas músicos, mas também eram sacerdotes, "diáconos", porteiros e zeladores (Nm 3, 4, 8, 18; 2Cr 5.13; 34.12).

Portanto, percebe-se que o título "levita", está totalmente ligado à Antiga Aliança, logo, não é próprio chamarmos os músicos e cantores como integrando um corpo ministerial, o que é estranho à Nova Aliança.

Todas as vezes que se recorre a uma teologia que ressuscita práticas da Antiga Aliança, automaticamente rejeita-se a Nova Aliança, ou seja, rejeita-se a obra de Jesus Cristo na cruz do Calvário. Cristo, com Seu sacrifício vicário, abriu para os eleitos, as portas para o relacionamento com o Pai, sem mediadores humanos, sem a necessidade de classes específicas. Infelizmente, em nome de um misticismo irracional e anti-bíblico, este precioso tesouro está sendo abandonado.

Em tempo: Não questiono a qualidade da Fernanda Brum como cantora e nem a sua sinceridade em servir ao Senhor. Apenas não concordo com a sua teologia, que é sim, pobre, mística e sem base sólida nas Escrituras Sagradas.

Vi os vídeos no Púlpito Cristão.

Comitê do Senado americano aprova projeto que legaliza o casamento gay


O Comitê Judicial do Senado dos Estados Unidos aprovou nesta quinta-feira (10), por dez votos a favor e oito contra, um projeto de lei que poderá abrir caminho para uma votação no Senado da legalização do casamento gay no nível federal.

Os 18 membros do Comitê debateram e aprovaram o projeto de lei que poderá derrubar em sessão plenária a lei Doma ("Defense of Marriage Act", ou Lei de Defesa do Casamento). Promulgada em 1996 durante o governo de Bill Clinton, a lei Doma nega benefícios federais aos gays e lésbicas que hoje podem se casar legalmente em seis estados (Connecticut, Iowa, Massachusetts, New Hampshire, Vermont e Nova York), assim como na capital, Washington.

Senadora Dianne Feinstein, patrocinadora do projeto de lei. Seria a "Marta Suplicy" americana?

A Doma afirma que o governo federal não reconhece outro casamento que não o "da união legal entre um homem e uma mulher". O projeto de lei para derrubá-la é patrocinado pela democrata da Califórnia Dianne Feinstein, que considera que "a Doma causa verdadeiros problemas por sua natureza discriminatória". Feinstein disse que há 313 mil casais homossexuais já casados e destacou que as diversas indenizações, pensões e seguros médicos não podem ser divididos por um casal do mesmo sexo.

A parlamentar citou uma carta de 70 empresas dos Estados Unidos, entre elas, Xerox, CBS, TimeWarner, Google e Nike, sobre os "altos custos" causados pela falta de reconhecimento do casamento homossexual, tanto em contabilidade como em gastos sociais.

Senador John Cornyn, opositor ao projeto. Seria ele o "Magno Malta" americano?

Os senadores republicanos, por sua vez, disseram que queriam manter a Doma por uma série de razões, religiosas, econômicas, ou simplesmente por uma questão de calendário. De acordo com o republicano do Texas, John Cornyn, a lei atual "preserva o direito de cada Estado de tomar suas próprias decisões", e evita os custos adicionais em termos de benefícios sociais que se derivariam da legalização do casamento gay no nível federal. "O povo americano continuará apoiando o casamento tradicional", disse.

Fonte: Bol Notícias 

Parece que lá, como cá, essa discussão ainda vai render muito "pano para a manga". 
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