Mostrando postagens com marcador Comportamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Comportamento. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 12 de abril de 2013

10 razões pelas quais nossos jovens deixam a Igreja



Todos nós sabemos quem eles são: as crianças criadas na igreja. Eram as estrelas do grupo de jovens. Talvez tenham cantado na equipe de louvor ou lideraram o culto. E então… eles terminam o ensino médio e saem da igreja. O que aconteceu?

Isso parece acontecer com tanta frequência que eu quis descobrir mais sobre isso, falar com esses jovens e obter algumas respostas honestas. Eu trabalho em uma cidade principalmente universitária, cheia de jovens em seus 20 anos. Grande parte deles foram criados em típicas igrejas evangélicas. Quase todos eles saíram da igreja sem intenção de voltar. Eu gasto algum tempo com eles e é preciso muito pouco para fazê-los desabafar, e eu fico feliz em ouvir. Então, depois de muitas horas gastas em cafeterias e depois de pagar alguns almoços, aqui temos os pensamentos mais comuns obtidos através dezenas de conversas. Espero que alguns deles te façam ficar com raiva. Não com a mensagem, mas com o fracasso do nossa substituição pragmática do evangelho da cruz pelo evangelho da glória americanizado. Isso não é um texto negativo de “paulada na igreja”. Eu amo a igreja, e quero ver o evangelicalismo Americano se voltar ao Evangelho de arrependimento e fé em Cristo para o perdão de pecados; não apenas como algo na página “em que cremos” do nosso website, mas como o cerne do que pregamos dos nossos púlpitos para as nossas crianças, nossos jovens e nossos adultos.

Os fatos
As estatísticas [N.T.: referentes aos Estados Unidos, país do autor] são assustadoras: 70% dos jovens param de frequentar a igreja quando terminam o ensino médio. Quase uma década depois, cerca de metade desses retornam à igreja - metade. Pense um pouco nisso.

Não há uma forma fácil de dizer isso: a igreja evangélica americana perdeu, e está perdendo, a certamente irá continuar perdendo, NOSSOS JOVENS. Apesar de toda a conversa de “nosso melhor recurso”, “nosso tesouro”, e das multimilionárias imitações do Starbucks que construímos e das bandas de rock que tocam nelas… a igreja está deixando os jovens na mão. Terrivelmente.

top 10 de razões pelas quais estamos perdendo nossos jovens:

10. A igreja é “Relevante”
Você não leu errado, eu não disse irrelevante, eu disse RELEVANTE. Nós pegamos a fé histórica, 2 mil anos de fé antiga, a vestimos de xadrez e calças jeans skinny e tentamos vender isso como “legal” para nos nossos jovens. Isso não é legal. Isso não é moderno. O que estamos entregando é uma imitação barata do mundo que fomos chamamos para evangelizar.

Como diz o ditado, “Quando o navio está no mar, está tudo bem. Quando o mar entra no navio, aí você tem problemas”Não estou me queixando sobre “mundanismo” como um bicho-papão pietista, eu estou falando do fato que nós bocejamos por causa da leitura de um texto bíblico de 5 minutos, mas quase tropeçamos ao correr para bajular uma sub-celebridade ou atleta qualquer que faz alguma vaga referência sobre ser cristão.

Nós somos como bajuladores em potencial, apenas esperando que o mundo ache que nós somos legais também, tipo como vocês são, cara! Nossos jovens conhecem o mundo real e a nossa pose de “olhe como somos legais como você” é facilmente ridicularizada. Em nosso esforço para ser “como eles” nós nos tornamos menos do que realmente somos. O pastor de meia idade tentando parecer que tem 20 e poucos não é relevante. Vista-o com calça jeans skinny e bote na sua mão um café, não faz diferença. Isso não é relevante, é comicamente clichê. No momento em que você tenta ser “autêntico”, você não é mais autêntico!

9. Eles nunca frequentaram uma igreja, para começo de conversa
De um berçário com tema de Arca de Noé, para um painel eletrônico de estádio de futebol no acampamento das crianças, das noites de pizza aos shows de rock, muitos jovens evangélicos foram mimados em uma estufa nem-tanto-igreja, mas nem-tanto-mundo. Eles nunca se sentaram em um banco de igreja entre pais de primeira viagem com um bebê agitado e um idoso com um cilindro de oxigênio. Eles não veem o caminho completo do evangelho por todas as fases da vida. Em vez disso, nós silenciamos a mensagem, aumentamos o volume do som e agimos surpresos quando…

8. Eles ficam espertos
Não é que nossos estudantes “ficam mais espertos” quando saem de casa, o que ocorre é que alguém os trata como sendo inteligentes. Em vez do nosso emburrecimento da mensagem, os agnósticos e ateus tratam nossos jovens como inteligentes e desafiam seu intelecto com “pensamentos profundos” de questionamentos e dúvidas. Muitas dessas “dúvidas” tem sido respondidas, em grande profundidade, ao longo dos séculos de nossa fé. No entanto…

7. Nós os enviamos desarmados
Sejamos honestos, a maioria das nossas igrejas está mandando jovens ao mundo vergonhosamente ignorantes de nossa fé. Como não poderia ser assim? Nós abandonamos o ensino básico das escolas dominicais, vendemos a atitude de “menos doutrina, mais atitude” e os incentivamos a começar a busca para encontrar “o plano de Deus para a vida deles”. Sim, eu sei que nossa igreja tem uma página de “em que cremos” no nosso site, mas é isso mesmo que tem sido ensinado e reforçado no púlpito? 

Eu tenho conhecido líderes de igreja evangélica (“pastores”) que não sabem a diferença entre justificação e santificação. Já conheci membros de conselho de mega-igrejas que não sabiam o que é expiação. Quando escolhemos líderes baseados em suas habilidades de atrair e liderar pessoas ao invés de ensinar a fé com precisão… Bem, nós não ensinamos a fé. Surpreso? E em vez da fé histórica e ortodoxa…

6. Nós damos porcaria como alimento
Você deu o seu melhor para transmitir a fé interior/subjetiva que você “sente”. Você realmente, realmente, quer que eles “sintam” isso também. Mas nunca fomos chamados a evangelizar nossos sentimentos. Você não tem como passar adiante esse tipo de fé subjetiva. Sem nada sólido para basear sua fé, sem nenhum credo histórico para amarrá-los a séculos de história, sem os elementos físicos do pão, vinho e água, a fé deles está em seus sentimentos subjetivos, e quando confrontados por outras formas de se “sentir bem” propostas pela faculdade, a igreja perde para outras coisas com um apelo muito maior à nossa natureza humana. E eles encontram isso na…

5. Comunidade
Você percebeu que essa palavra está por TODO LADO na igreja desde que a igreja seeker-sensitive e outros movimentos de crescimento da igreja entraram em cena? (Há uma razão e uma filosofia motriz por trás desses movimentos que está fora do escopo desse artigo). Quando nossos jovens saem de casa, eles deixam a comunidade de manufatura na qual passaram toda a sua vida. Com a sua fé como algo que eles “fazem” em comunidade, eles logo descobrem que podem experimentar “mudança de vida” e “melhoria de vida” em “comunidade” em vários contextos diferentes.

Misture isso com uma fé pragmática e subjetiva, e a centésima edição de festa com pizza na mega-igreja local não tem como competir contra escolhas mais fáceis e mais naturalmente atraentes de outras “comunidades”. Assim, eles saem da igreja e…

4. Eles encontram sentimentos melhores
Ao invés de uma fé externa, objetiva e histórica, nós estamos dando aos nossos jovens uma fé interna e subjetiva. A igreja evangélica não está ensinando os catecismos ou os fundamentos da fé aos nossos jovens, nós estamos simplesmente incentivando-os a “serem gentis” e “amarem Jesus”

Quando eles saem de casa, percebem que podem ser “espiritualmente realizados” e ter os mesmo princípios subjetivos de auto-aperfeiçoamento (e sentimentos quentinhos) de algum guru de autoajuda, de gastar tempo com amigos ou fazendo trabalho voluntário em algum abrigo. E eles podem ser verdadeiramente autênticos, e eles podem ter essa chance porque…

3. Eles estão cansados de fingir
No melhor do “sua melhor vida agora”, “todo dia é sexta-feira” do mundo evangélico, há um pouco espaço para depressão, conflito ou dúvidas. Deixe esse semblante de chateação, ou saia daqui. Jovens que estão sendo alimentados com uma dieta estável de sermões destinado a remover qualquer coisa (ou qualquer pessoa) que pragmaticamente não obedece ao “Maravilhoso plano de Deus para a sua vida” e são forçados a sorrir e, como uma antiga música os encoraja, a “baterem palmas” para isso o tempo todo. 

Nossos jovens são espertos, muito mais espertos do que acreditamos. Então eles proclamam uma mensagem que escutei bastante desses jovens “A igreja está cheia de hipócritas”. Por quê? Porque apesar de que nunca lhes tenha sido ensinado sobre a lei ou sobre o evangelho…

2. Eles conhecem a verdade
Eles não conseguem fazer isso. Eles sabem disso. Todo aquele moralismo de “seja gentil” que eles foram ensinados? A Bíblia tem uma palavra para isso: Lei. E é disso que nós os alimentados, diretamente, desde que os deixamos no berçário da Arca de Noé: Faça/ Não Faça. Quando eles ficam mais velhos começa o “Crianças de Deus fazem/ não fazem”, e quando adultos, “faça isso ou aquilo para ter uma vida melhor”. O evangelho aparece brevemente como algum “faça isso” para “ser salvo”. Mas a dieta deles é a Lei, e a escritura nos diz que a lei nos condena. Então, sabe aquela sorridente declaração de fé “ame a Deus e ame as pessoas”? Sim, você acabou de condenar os jovens com isso. Legal, né? Ou eles pensam que são “pessoas boas”, já que não “fazem” nenhuma das coisas que a sua denominação ensina que não pode fazer (beber, fumar, dançar, assistir filmes adultos), ou eles percebem que eles não atingem as próprias palavras de Jesus sobre o que é necessário. Não há descanso nessa lei, apenas um trabalho árduo que eles sabem que não estão aptos a cumprir. Então, de qualquer forma, eles abandonam a igreja porque…

1. Eles não precisam dela
Nossos jovens são espertos. Eles entenderam a mensagem que nós ensinamos, inconscientemente. Se a igreja é simplesmente um lugar para aprender ensinamentos de vida que os leva para uma vida melhor em comunidade… Você não precisa de um Jesus crucificado para isso. Por que eles deveriam acordar cedo no domingo para ver uma imitação barata do entretenimento que eles viram na noite anterior? O pastor de meia idade tentando desesperadamente ser “relevante” para eles, seria engraçado se não fosse trágico. Como nós descartamos o evangelho, nossos estudantes nunca são atingidos pelo impacto da lei, dos seus pecados diante de Deus, e da sua necessidade desesperada da obra expiatória de Cristo. Certamente, ISSO é relevante, ISSO é autentico, e ISSO é algo que o mundo não pode oferecer.

Nós trocamos um evangelho histórico, objetivo e fiel baseado na graça de Deus dada a nós por um evangelho moderno, subjetivo e pragmático baseado em atingir nossos objetivos ao seguir estratégias de vida. Ao invés de sermos fiéis à tola simplicidade do evangelho da cruz, temos estabelecido como objetivos o “sucesso” de uma multidão crescente alcançada com esse evangelho de glória. Esse novo evangelho não salva ninguém. Nossos jovens podem marcar todos os itens de uma lista de autoajuda ou simplesmente um espiritualismo auto concebido… E eles podem fazer isso com mais sucesso pragmaticamente e em uma comunidade mais relevante. Eles saem porque, lhes dada a escolha, com a mensagem que ensinamos a eles, é a escolha mais inteligente.

Nossos jovens saem porque nós não conseguimos entregar-lhes a fé “que uma vez por todas foi entregue” à igreja. Eu gostaria que não fosse óbvio assim, mas quando eu apresento a lei e o evangelho para esses jovens, a resposta é a mesma de sempre: “eu nunca ouvi sobre isso”. Eu não sou contra entreter os jovens, nem mesmo painéis eletrônicos ou festas com pizza (apesar de que provavelmente eu seja contra caras de meia idade vestindo uma calça justa para ser “relevante”). É apenas que aquela coisa, a PRINCIPAL coisa que nos foi incumbida? Nós estamos falhando. Nós falhamos com Deus e falhamos com nossos jovens. Não deixe outro jovem sair pela porta sem ser confrontado com todo o peso da lei, e com toda a liberdade do evangelho.


Traduzido por Marianna Brandão

Fonte: iProdigo

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Um Natal sem Jesus


Estamos a exatamente um mês de uma das comemorações mais relevantes e marcantes do ano – o Natal. Nesta época do ano parece que tudo fica mais divertido e belo. Viagens, visita de parentes, presentes trocados... Tudo gira ao redor do homem e para o homem.  Até a religião, que deve nos levar a contemplar a Deus, tem se desenvolvido mais de forma antropocêntrica e cheia de humanismo do que teocêntrica. Esta é a atmosfera natalina mais comum em nossos dias.

Pensando nisso, gostaria de propor uma reflexão sobre um Natal sem a figura mais importante: Jesus Cristo. Parece-me que é o que justamente está acontecendo nos últimos anos. Numa sociedade capitalista e secularizada, não se faz qualquer referência válida sobre Jesus Cristo e Sua sagrada missão. O consumismo fez com que, até mesmo alguns crentes secularizassem o sacro. Assassinamos a ideia do nascimento dAquele que veio para que a Vida Eterna fosse conferida à todo aquele que nEle crer e também nAquele que O enviou (Jo 3.16; 5.24).

Infelizmente, as datas significativas para os cristãos vêm sofrendo descaracterizações ao longo do tempo, além de ter seus significados alterados por personagens estranhos à verdadeira fé cristã. Na Páscoa, quando deveríamos celebrar a ressurreição de Jesus Cristo, as atenções se voltam para um tal “coelho da páscoa” (?). Já na época do Natal, um personagem originado do folclore europeu denominado “papai Noel” é a figura da vez. Estes e outros ícones pagãos nos invadiram sorrateiramente e, hoje muitos de nós nos lançamos a essa onda idólatra e perversa. O Natal tem sido um Natal sem Jesus.

Este Natal pós-moderno isenta o próprio aniversariante das comemorações. Neste natal secularizado não há lugar para o Rei que se humilhou, assumindo a forma de servo e sendo obediente até a morte e morte de cruz (Fp 2.5-8). A troca de presentes, os grandes banquetes, as bebedices, as luzes, os enfeites... Tudo é para o nosso próprio deleite e satisfação. Onde está o sentido do verdadeiro Natal? Onde está a mensagem de amor e esperança que alegrou o coração dos jovens pastores de Belém, e que também deveria alegrar a todos nos dias atuais?

O verdadeiro Natal é Jesus Cristo nascendo no coração dos pecadores; é o homem se conscientizando de seu pecado e compreendendo a mensagem de amor que há dois mil anos vem sendo proclamada pelos servos do Senhor. Amado (a) leitor (a), traga Jesus Cristo para o seu Natal. Traga Jesus Cristo para o centro de sua casa. Faça dEle a pessoa mais importante de seus festejos e banquetes familiares. Não deixe de ensinar aos seus filhos, que o mais importante desta data, é a mensagem de amor e esperança que Deus Pai nos envia mediante Seu Filho Jesus Cristo.

Que neste Natal nós não percamos o foco da comemoração e honremos o verdadeiro homenageado – Jesus Cristo, nosso único e suficiente Senhor e Salvador. À Ele a honra e a glória. Amém!

sábado, 3 de novembro de 2012

“Todos os brancos vão para o inferno”, declara pastor negro


Rev. Joseph Lowery

“Todos os brancos vão para o inferno”, declarou Joseph Lowery, pastor negro metodista, durante um evento de apoio pela reeleição do presidente Obama realizada em uma igreja da Geórgia.

Conhecido por sua luta ao lado do Pr. Martin Luther King pelos direitos civis, Lowery foi convidado em janeiro de 2009 a dar a bênção durante a cerimônia de posse do presidente Obama.

Em seu discurso mês passado, diante de 300 presentes, todos negros, ele fez um discurso inflamado sobre como “quando era um jovem militante, costumava dizer que todas as pessoas brancas iriam para o inferno. Então, ele amadureceu e passou a crer que apenas a maioria deles iriam. Agora, mais velho, voltou a pensar como antes”, relata o jornal Monroe County Reporter.

Sua declaração repercutiu muito mal junto à plateia presente e, segundo a Associated Press, o prefeito John Howard, condenou a declaração do pastor, afirmando: “A Bíblia não fala nada sobre brancos ou negros irem para o céu ou inferno”.

Posteriormente, o pastor Lowery tentou afirmar que fora mal entendido: “Quando eu disse aquilo estava fazendo uma piada”. O assessor do pastor asseverou que a fala dele foi por que há uma clara demonstração de racismo das pessoas que não desejam continuar vendo Obama na Casa Branca. Mas durante o discurso Lowery atacou o outro candidato: “Ninguém inteligente arriscaria colocar este nas mãos de Romney”.

Helen Butler, diretora-executiva da Coalizão da Geórgia pela Agenda do Povo, grupo ao qual Lowery Pertence, saiu em defesa do pastor. “É claro que ele não acredita que todos os brancos devem ir para o inferno”, disse. Acreditando que ele se expressou mal, acrescentou: “Ele não é assim. É uma pessoa muito carinhosa. Ele estava tentando motivar as pessoas e garantir que elas vão votar [e] ressaltou que há muito ódio no país atualmente”, encerrou.

Ganhador da Medalha da Liberdade, em 2009, por indicação de Obama, Lowery foi escolhido para liderar o estado da Georgia na convenção nacional do Partido Democrático. Curiosamente, o discurso feito por Lowery na posse de Obama enfatizou a necessidade de haver relações pacíficas entre todos os americanos. “Agora, Senhor, considerando como são complexas as relações humanas, nos ajude a fazer as escolhas certas: amor, não ódio; inclusão e não de exclusão; tolerância e não intolerância”.

O episódio lembrou um fato ocorrido em 2008, quando Obama competia com Hilary Clinton nas primárias para ser escolhido como candidato do partido. O pastor negro Jeremiah Wright, da Trinity United Church, fez duros ataques à Hilary. Na ocasião, o pastor afirmou “Barack sabe o que significa viver em um país e em uma cultura que são controlados pelos brancos e ricos. Hillary nunca saberia disso. Hillary nunca ouviu que é negra. As pessoas nunca a definiram como uma ‘não-pessoa’”.

Rev. Jeremiah Wright

Obama foi batizado por Wright e sua família frequentou durante anos sua igreja em Chicago. O episodio acabou afastando Obama do pastor.

Fonte: Gospel Prime

sábado, 6 de outubro de 2012

Fé contemporânea - conquistando seguidores ao invés de discípulos


Há quem diga que, hoje, a chamada Igreja evangélica se tornou um balcão de negócios. Infelizmente, tal constatação não está fora da realidade, é claro que, com algumas boas exceções. O evangelicalismo pós-moderno, impulsionado pelo crescimento do movimento neopentecostal, tem feito com que o julgamento do mundo acerca da Igreja de Jesus seja um só: Um grupo de alienados sem cultura que são facilmente manipulados por líderes carismáticos que só querem saber de dinheiro e poder.

Para se alcançar seus sórdidos objetivos, tudo é válido, e, dentre as estratégias mais usadas, a de adaptar a mensagem de acordo com o desejo das pessoas é, sem dúvida, a mais perniciosa de todas. Seja ao gosto do líder ou dos fieis. Os cultos se tornaram apenas "reuniões" ou "encontros"; a pregação ou sermão, agora são "palestras" ou apenas "conversas". Mensagens sobre o pecado, arrependimento, 2a Vinda de Cristo, fidelidade, santificação, renúncia, abnegação e amor ao próximo não mais tem a primazia nos púlpitos. Temas e assuntos "ofensivos" devem ser evitados - eles afastam as pessoas. Campanhas bizarras, jejuns mistificados, unções das mais diversas, "encontros de avivamento", batalha espiritual sensacionalista e maniqueísta, "explosões de milagres", uso abusivo da música com forte apelo emocional, entre outras coisas, são o, de fato, atraem as pessoas e as fazem se sentir bem.

A mensagem da igreja pós-moderna é positivista, mística, humorística e biblicamente superficial. Ela fala de prosperidade financeira, saúde perfeita, sucesso profissional, confissões verbais positivas, declarações de vitória - sobre enfermidades, demônios ou tudo o mais que, porventura, se levante contra um "filho do Rei". É uma mensagem que, não poucas vezes, proporciona mais entretenimento do que promove a glória de Deus. Ela não prioriza a cruz e os verdadeiros motivos da obra de Jesus Cristo.

O evangelicalismo pós-moderno deixou de fazer discípulos, segundo a comissão dada por Jesus à Sua Igreja (Mt 28.16-20). Assim como uma rede social, ele agrega seguidores - muitos seguidores. Seguidores que estão mais interessados na satisfação de seu próprio ventre do que viverem uma vida segundo os rigorosos e difíceis ensinamentos de Jesus (Mt 8.18-22; Mc 10.21,22; Lc 9.23,24). Além disso, tanto os líderes deste movimento, quanto seus seguidores, também se esqueceram de que, segundo as Escrituras, é melhor dar do que receber (At 20.35).

Que Deus abra os olhos da Igreja nestes últimos dias. Que Ele abra, especialmente, os nossos próprios olhos.

sábado, 8 de setembro de 2012

Estudo aponta que mais de 15% dos cristãos que vão à igreja não leem a Bíblia diariamente



Enquanto a maioria dos cristãos que frequentam a igreja deseja honrar a Cristo com suas vidas, muitos deles, entretanto, não leem a Bíblia diariamente, apontou um estudo.

Um estudo realizado pela LifeWay Research, nos Estados Unidos, encontrou que 90 por cento dos fieis “desejam agradar e honrar a Jesus em tudo o que faço”, e 59 por cento dizem “Ao longo do dia eu me pego pensando nas verdades bíblicas.”

Apesar de muitos fazerem tais afirmações, 18 por cento dos fieis afirmam que “raramente/nunca” leem a Bíblia todos os dias. Cerca de 26% dizem que leem a Bíblia algumas vezes na semana, 14% dizem uma vez por semana e 22 % pelo menos uma vez por mês. Apenas 19% dizem que leem a Bíblia todos os dias.

O “Engajamento Bíblico” é um dos oito atributos do discipulado identificado no estudo de Discipulado Transformador conduzido pela LifeWay Research. Uma avaliação desse estudo mede o crescimento espiritual em cada uma das áreas de desenvolvimento.

“O Engajamento Bíblico tem um impacto simplesmente em todas as áreas do crescimento espiritual”, disse Ed Stetzer, presidente da instituição de pesquisa. Segundo ele, se a pessoa segue a Cristo, mas “a verdade não permeia seus pensamentos, aspirações e ações, você não está totalmente engajado na verdade”“A palavra de Deus é verdade, então não deve ser surpresa que ler e estudar a Bíblia são ainda as atividades que tem o maior impacto no crescimento nesse atributo de maturidade espiritual”.

Para aqueles fieis que não leem a Bíblia regularmente, Stetzer alerta: “Você simplesmente não vai crescer se você não conhece a Deus e passa o tempo com a palavra de Deus”.

Outros resultados da pesquisa, a qual a LifeWay descreve como o maior estudo de discipulado desse tipo, continuarão a ser publicados nos próximos meses.

Para saber mais sobre a pesquisa do discipulado Transformador visite LifeWayResearch.com.

_________________________________

Aqui no Brasil, o resultado da pesquisa seria parecido em alguns círculos, onde o negócio  dos crentes agora não é mais ler a Bíblia, mas cheirá-la. Estamos regredindo.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Justiça determina que AMBEV indenize funcionário evangélico que era obrigado a assistir pornô



Um funcionário da filial de Curitiba da Companhia de Bebidas das Américas (Ambev) poderá ser indenizado em R$ 50 mil, pela empresa porque, conforme entendimento da Justiça, passou por situações constrangedoras e vexatórias no ambiente de trabalho. Os magistrados avaliaram que o funcionário sofreu dano moral e, portanto, tem direito à indenização. A decisão foi divulgada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) nesta segunda-feira (3) e segundo o Tribunal, a empresa já apresentou um novo recurso que será analisado.
Entre 2003 e 2004, o gerente do profissional indenizado levava garotas de programas às reuniões, o obrigava a assistir a shows de stripper e filmes pornôs e ainda se direcionava ao subordinado de maneira desrespeitosa. Tudo para ‘motivar’ o funcionário e alavancar o cumprimento de metas.

Após condenação em primeira e segunda instância, a Ambev recorreu da sentença no TST, porém, o colegiado não reconheceu o recurso, consequentemente, não o julgou. Segundo o TST, a empresa alegou que o valor da indenização seria desproporcional e o dano sofrido pelo empregado seria mínimo. O ministro Brito Pereira, relator do processo, considerou que as decisões apresentadas para os confrontos de teses eram inespecíficas.

Durante dois anos, essas situações ocorreram mais de dez vezes. O profissional, que é casado e evangélico, descreveu nos autos que chegou a ser amarrado na própria sala de trabalho para assistir a filmes pornográficos e performances de strippers. Ainda segundo o profissional, o gerente organizava festas em chácaras, com a presença de garotas de programas, e os funcionários que atingiam as metas de venda ganhavam “vale garota de programa”.

A estratégia do supervisor já era conhecida pelo Ministério do Trabalho. Inclusive, a empresa firmou um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), junto ao órgão, no qual se comprometeu a orientar os funcionários para evitar condutas desrespeitosas.

Em nota, a Ambev se posicionou contra comportamentos indevidos a funcionários. “Reconhecida por sua gestão, a Ambev prega o respeito e valoriza o trabalho em equipe. A companhia, que conta com mais de 30 mil funcionários do Brasil, não pratica ou tolera qualquer prática indevida com seus funcionários. Casos antigos e pontuais não refletem o dia a dia da empresa. O bom ambiente de trabalho é refletido pelos inúmeros prêmios de gestão de pessoas que a Ambev recebe a cada ano”, diz a nota da empresa enviada ao G1.

Fonte: G1

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Até loucura tem que ter limites

O Pr. Lucinho Barreto é um carismático líder, conhecido por seu ministério junto a mocidade cristã. Seu jeito despojado de falar e de vestir conquistou muitos jovens e os tem influenciado em todo Brasil. Atualmente compondo a equipe pastoral da Igreja Batista da Lagoinha, em BH/MG, Pr. Lucinho continua ministrando em todo Brasil o  seu tema "loucos por Jesus".

Acho válida a ideia de ministrar aos jovens na linguagem deles e apresentar-lhes o Evangelho de Jesus de maneira descontraída e contextualizada, porém, sem deixar de anunciar todo conselho de Deus, com ênfase na vida de santidade, fidelidade, piedade (oração, jejum e leitura bíblica) e testemunho eficaz.

O grande problema de ser muito despojado, ao meu ver, é a grande possibilidade de ridicularizarmos alguns preceitos bíblicos, ou, simplesmente, em nome dessa liberdade, exagerarmos em algumas posturas tomadas. Isso aconteceu, infelizmente, com o Pr. Lucinho. Veja a foto abaixo e comprove:


Amigo (a) leitor (a), até as maiores loucuras devem ter limites. Comparar as Escrituras com drogas é demais. A Bíblia não é para ser cheirada, fumada ou injetada. A Bíblia é para ser lida, meditada, proclamada e vivida. Ela é a Palavra de Deus! É lógico que, o livro em si, nada fará sozinho, mas isso não justifica a atitude infeliz do Pr. Lucinho, a quem devo total respeito.

Sinceramente, acho que o pastor exagerou em sua intensão de chocar e provocar as pessoas com este marketing agressivo e apelativo. A melhor maneira de fazer isto é pregando fielmente as Escrituras e ensinando os jovens o caminho da santidade exposto e requerido pelo Senhor em Sua Palavra. Acredito que, como servo do Senhor, o Pr. Lucinho irá ponderar sobre tal imagem. Assim espero.

sábado, 25 de agosto de 2012

Pastor peladão usa a Bíblia para defender naturismo



Um pastor anglicano de 55 anos foi destaque em uma emissora de TV inglesa por praticar o naturismo aos finais de semana. Bob Horrocks que lidera a igreja de Bolton, na Inglaterra, defende a prática de ficar nu nos clubes que frequenta e usa a Bíblia para se esquivar de eventuais críticas quanto a esse costume.

Com o Livro Sagrado em mãos ele afirma que tal estilo de vida não é anticristão. “Se alguém vê um corpo desnudo pensa que é algo sexualizado e que não deveria olhar para ele. As pessoas riem sem graça e se sentem desconfortáveis porque isso não é parte da existência normal delas”, disse Horrocks.

Para o programa “Manchester Evening News” o reverendo conta que descobriu o naturismo quando participou de uma viagem turística às Ilhas Canárias, na Espanha, isso há seis anos. Depois de experimentar e aprovar a prática, ele passou a se tornar membro dos clubes de naturismo.

“Eu me senti livre. Mas, então, por ser um ministro da Igreja, pensei: Isso está certo? Pesquisei na Bíblia e achei várias coisas positivas. Não há nada condenando a simples nudez”.

Fonte: Gospel Prime
____________________________________

Depois do Sex-shop e dos filmes eróticos "cristãos", não me espanta este senhor afirmar que o "peladismo" não é algo condenável pela Escritura. Ele mesmo afirma que tal prática não é natural das pessoas. Adão e Eva estavam nus e não se envergonhavam, diz a Escritura em Gn 2.25. No entanto, assim o foi porque eles ainda se encontravam no estado santificado, antes de pecarem. Após o pecado, eles perceberam a nudez e, envergonhados, se cobriram com folhas (Gn 3.7).

Não há possibilidade de vivermos como nossos primeiros pais viveram no princípio, exatamente porque somos terrivelmente corrompidos pelo pecado, totalmente depravados em todas as nossas faculdades. A maldade domina o coração do ser humano e, somente Jesus Cristo pode transformar essa realidade trágica em uma vida limpa e livre do pecado. Detalhe: Mesmo após a regeneração, ainda permanecemos com a semente do pecado em nós, portanto, nada de "peladismo".

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Funkeiro MC Naldo, intérprete de músicas com forte conotação sexual, revela ser evangélico



O cantor de funk MC Naldo revelou ser evangélico, apesar de cantar músicas com letras bastante explícitas sobre sexo.

De acordo com Naldo, suas letras são ousadas e por isso já serviram de inspiração para casais que precisavam renovar o relacionamento: “Salvo o casamento de muita gente”, afirmou o funkeiro.

O cantor é casado com a dançarina Ellen Cardoso, conhecida como "Mulher Moranguinho", e contou ao colunista Léo Dias, do jornal O Dia, que devido à agenda lotada, seu relacionamento com sua esposa é uma amostra das letras que canta: “Quando bate a vontade, não tem hora nem lugar”.

As referências sexuais nas músicas do cantor que se declara evangélico poderão ser cantadas em inglês e espanhol em breve, de acordo com os planos revelados por ele na entrevista.

Fonte: Gospel+
__________________________________

Beleza! Agora só falta o Mr. Catra ser contratado como ministro de música em alguma igreja. Já que seus filhos possuem nomes  bíblicos, não seria muita novidade é? Infelizmente, o termo "evangélico" perdeu mesmo a sua essência.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Paródias da "Última Ceia"


L'ultima Cena, de Leonardo Da Vinci

A Última Ceia (em italiano L'Ultima Cena e também Il Cenacolo) é um afresco de Leonardo da Vinci para a igreja de seu protetor, o Duque Lodovico Sforza. Representa a cena da última ceia de Jesus com os apóstolos, antes de ser preso e crucificado como descreve a Bíblia nos Evangelhos. É considerada um dos maiores bens conhecidos e estimados do mundo.

O trabalho se encontra no convento de Santa Maria delle Grazie em Milão que o Duque mandou construir para, entre outras coisas, servir de lugar para sepultar seus familiares. O tema era uma tradição para refeitórios, mas a interpretação de Leonardo deu um maior realismo e profundidade ao lugar.

O relato bíblico da última ceia (Mt 26.20-30; Mc 14.12-26; Lc 22.7-20) é um dos pontos altos dos Evangelhos, onde o Senhor Jesus reuniu seus discípulos para uma última refeição pascal. Nesse contexto, muitas coisas aconteceram, bem como ensinos preciosos, como a instituição da Santa Ceia pela Igreja, até que Ele venha novamente.

A última ceia chama atenção de crentes e de incrédulos. Ela inspira muitos à uma espiritualidade bíblica e reverente, mas também, a outros, ela estimula a imaginação, muitas vezes um tanto quanto desrespeitosa. Veja abaixo, algumas paródias da última ceia, especialmente, inspiradas na famosa obra de Da Vinci. Clique nas imagens para aumentá-las.

Versão "South Park", desenho famoso por suas ironias e irreverência

Versão 'Os Simpsons", desenho idem ao South Park

Versão "Cavallera"

Versão "Lost"

Versão "House"

Versão "Os Mercenários 2"

Versão satânica

Apesar de, segundo a cultura da época, a última ceia não ter sido como retratada por Da Vinci (pela tradição judaica, a mesa era baixa e as pessoas ficavam como que deitadas de lado, escoradas por um dos cotovelos), a tentativa de reproduzir a cena por parte de tantas pessoas, na maioria das vezes, visa a injúria, o sarcasmo, o escárnio e até mesmo a blasfêmia ao Senhor Jesus.

Esses aqui são apenas alguns exemplos dentre tantos outros que você pode encontrar facilmente pela internet - versões satânicas, eróticas, homossexuais, cinematográficas, etc. Agora, se você é cristão, fica aqui um alerta: Antes de julgar ser algo inocente e voltado ao humor e entretenimento, antes de "curtir", reflita se, de fato, tais brincadeiras são mesmo inocentes e convenientes.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Um entrega de dízimos diferente


Este vídeo me chamou muito a atenção. Enquanto alguns brigam e discutem sobre a contemporaneidade do dízimo, crentes de uma igreja africana fazem uma grande festa no momento do ofertório, com danças e coreografias cômicas. Confira:



"Deus ama o que dá com alegria". 2Co 9.7

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Igreja evangélica alemã promove o primeiro “culto erótico”



O tema sexualidade está ganhando destaque nos púlpitos evangélicos de diversos países do mundo, prova disso é a reportagem do jornal alemão “Frankfurter Rundschau” relatando que o pastor Ralf Schmidt estará realizando o primeiro “culto erótico”.

Schmidt é líder da igreja Mainz Kastel há dez anos e está certo de que os casais de sua congregação precisam aprender mais sobre o tema, por isso escolheu o próximo domingo (5) para falar abertamente sobre sexualidade.

“A sexualidade é uma criação do Senhor. Vou usar termos negativos e depois buscarei expressões mais bonitas”, disse ele. Por causa das expressões e do próprio tema, a igreja não vai permitir a entrada de menores de 16 anos no culto.

Mas o pastor adianta que mesmo dando ao evento o nome de “culto erótico” não significa que haverá sexo real dentro da igreja, mas que pela primeira vez ele vai falar sobre isso de forma direta e utilizando os termos usados nas ruas para falar sobre amor e sexo.

O anúncio de um culto repleto de “palavras quentes” chamou atenção da mídia local e repercutiu em todo o mundo, já que geralmente as igrejas tratam o assunto de forma mais branda.

Outra matéria que ganhou repercussão internacional foi sobre uma igreja dos Estados Unidos que a mando do pastor instalou uma cama e um pole dance no púlpito para encorajar os fiéis a praticarem mais sexo.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...