quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Capa da revista Placar traz Neymar como Cristo crucificado


Definitivamente, não há mais respeito por nada neste país. Zomba-se de tudo, absolutamente tudo: Religião, política, relacionamentos, trabalho... De tudo! Não há o que falar, apenas lamentar mais essa infeliz atitude. 

"Não vos enganeis, de Deus não se zomba, pois tudo o que o homem semear, isto também ceifará".  Gálatas 6:7

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Marca de skate gera polêmica ao ridicularizar Jesus



Uma campanha da marca de skate Eshe, da Nova Zelândia, está sendo classificada de “blasfema” por autoridades religiosas. Pela segunda vez nos últimos anos, a empresa espalhou cartazes e fez camisetas com o slogan “Religião é lixo”.

As imagens criticam as figuras de Maomé, Jesus Cristo, Moisés, Gandhi, Bento 16 e Ganesh. Referências a Tom Cruise e televangelistas também fazem parte do material desenvolvido pela agência de publicidade Muckmouth.

Confira as sátiras com Jesus, Maomé e Moisés:

"Cristo esburacado"

Maomé Tic-tac

"Moisés decomposto" (apodrecido)

Fonte: Gospel Prime e blog oficial da Eshe Skateboards
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É mesmo incrível como a aversão às religiões tem crescido nos últimos tempos. Não há mais respeito pela crença das pessoas. Não basta apenas discordar, mas é preciso, também, atacar, ser desrespeitoso, agressivo e intolerante com a fé alheia. É claro que as religiões, não poucas vezes, têm colaborado para o atual crescimento do ateísmo. No entanto, não podemos concordar com ações absurdas como essa.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Arqueólogo diz saber onde está a Arca da Aliança



Se comprovado, seria indiscutivelmente o maior achado arqueológico da história! A Arca da Aliança é um artefato que combina ciência, fé e história. A caixa de ouro feita por Moisés seguindo as instruções específicas de Deus carregava os Dez Mandamentos e servia como um ponto de encontro entre o homem e o seu Criador.

Ela foi utilizada pelos hebreus como parte do culto judaico no Templo de Salomão até seu desaparecimento, que acredita-se ter ocorrido durante a conquista de Jerusalém pela Babilônia, no século 6 antes de Cristo. Segundo a tradição judaica, o profeta Jeremias foi a pessoa responsável por escondê-la. Desde então quase nada se sabe sobre seu paradeiro. A busca pela arca tornou-se “popular” desde a exibição do filme “Indiana Jones e os caçadores da arca perdida”, dirigido por Steven Spielberg em 1981.

Existe uma antiga reivindicação dos cristãos ortodoxos da Etiópia que eles guardam a Arca há séculos. Desde 1960 ela, aparentemente, está na capela de cidade de Aksum, apelidada de “a capela das tábuas da lei”, que fica ao lado da igreja Santa Maria de Sião e é cercada de mistériosPorém, o arqueólogo por Michael Rood, que tem se especializado em fazer vídeos sobre arqueologia bíblica, pensa diferente.

Para ele, uma das teorias mais prováveis para indicar o paradeiro da Arca é que ela foi enterrada em algum dos túneis e passagens secretas construídos pelo rei Salomão com a finalidade específica de escondê-la de inimigos, caso tentassem destruir o Templo. Rood diz que agora há novas provas convincentes de que a Arca ainda está sob a câmara conhecida como “Santo dos Santos”, sendo deslocada através de uma saída construída por Salomão muito antes da invasão e o saque de Templo feito pelos babilônios.

A maior parte da evidência para esta teoria vem diretamente da Bíblia. Diversas passagens pouco estudadas são discutidas em um vídeo-documentário de duas partes, dirigido por Michael Rood chamado “O Segredo Grande do Templo de Salomão e a ocultação da Arca da Aliança”.

Ele está lançando esse material inédito com três horas de duração que forneceria indícios de como a Arca foi preservada dos invasores. O site WND confirmou com fontes arqueológicas que há pessoas secretamente trabalhando dentro de um túnel sob o Monte do Templo. O motivo pelo qual isso não é divulgado é a luta secular pelo controle daquela estrutura que hoje abriga a mesquita de Al Aqsa.

O material deste vídeo mostra em detalhe o plano de Salomão para proteger a Arca, construindo uma “rota de fuga de emergência”. Faz também uma ligação com o sistema de túneis que já foram descobertos sob o Monte Moriá.

Fonte: Gospel Prime

Papiro que cita mulher de Jesus é falsificação, segundo especialista



O professor Francis Watson, da Universidade de Durham, na Inglaterra, comentou sobre o papiro divulgado pela professora Karen King da Universidade de Havard, dizendo que o objeto é uma falsificação moderna, segundo reportagem do jornalThe Guardian.

Profo. Francis Watson

Watson acredita que o papiro chamado de “Evangelho da Mulher de Jesus” é uma colcha de retalhos e que todos os fragmentos de frases que aparecem no pequeno texto foram copiados do Evangelho de Tomé, tendo apenas algumas alterações. “Eu ficaria muito surpreso se não fosse uma falsificação moderna, ainda que seja possível que tenha sido composta desta forma no século 4″, diz o estudioso em um artigo publicado no dia 20 de setembro.

Sem criticar diretamente a professora King, Watson diz que o papiro foi montado por alguém que não é falante ativo da linguagem copta e que possivelmente o papiro é datado do século 4 e não do século 2 como a estudiosa de Harvard acredita.

Outros pesquisadores já haviam questionado a originalidade desse papiro que não apresenta frases completas. Francis Watson acredita que as frases estejam quebradas, pois as escritas antigas, como a copta, não usavam hífens, mas ele nota que é incomum que a ruptura que aparece no Evangelho de Tomé possa aparecer também no evangelho apresentado.

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Jesus era casado? Novo fragmento de papiro alimenta o debate


Um fragmento de um antigo papiro escrito no antigo idioma copta, e até agora desconhecido, contém frases que sugerem que Jesus tenha sido casado, numa descoberta que deve alimentar o acalorado debate sobre esse tema no mundo cristão.

A existência do fragmento do século 4o, não muito maior do que um cartão de visitas, foi revelada na terça-feira numa conferência proferida em Roma por Karen King, professora da Escola de Divindade de Harvard, de Cambridge (Massachusetts).

Nesse pedaço, leem-se as palavras: "Jesus disse a eles: minha esposa...""A tradição cristã por muito tempo manteve que Jesus não foi casado, embora nenhuma evidência histórica confiável exista para amparar essa afirmação", disse King em nota divulgada por Harvard. "Esse novo Evangelho não prova que Jesus foi casado, mas nos diz que toda a questão só apareceu como parte dos inflamados debates sobre sexualidade e casamento."

Dra. Karen King

Apesar da posição oficial da Igreja Católica de que Jesus nunca se casou, o tema reaparece regularmente - especialmente em 2003, quando da publicação do best-seller "O Código da Vinci", que irritou muitos cristãos por se basear na ideia de que Jesus se casou e teve filhos com Maria Madalena.

King disse que o fragmento, apresentado no Décimo Congresso Internacional de Estudos Coptas, representa o primeiro indício de que alguns protocristãos acreditavam que Jesus havia sido casado.

Roger Bagnall, diretor do Instituto para o Estudo do Mundo Antigo, em Nova York, disse acreditar que o fragmento, chamado por King de "O Evangelho da Esposa de Jesus", seja autêntico. Mas especialistas ainda irão analisar melhor o fragmento e submetê-lo a testes, com especial atenção para a composição química da tinta.

O fragmento, esfarrapado e amarelado, pertence a um colecionador privado anônimo, que contatou King para que o ajudasse a analisar e traduzir o material, que teria sido descoberto no Egito ou talvez na Síria. King disse que só por volta do ano 200 a afirmação de que Jesus era solteiro começou a aparecer, por intermédio de um teólogo conhecido como Clemente de Alexandria.

"Esse fragmento sugere que outros cristãos desse período estavam dizendo que ele foi casado", afirmou ela, ressaltando que o papiro não comprova a existência de uma esposa de Jesus. "A tradição cristã preservou apenas aquelas vozes que diziam que Jesus nunca se casou. O ‘Evangelho da Esposa de Jesus' agora mostra que alguns cristãos pensavam o contrário."

A análise de King deve ser publicada em janeiro de 2013 pela Harvard Theological Review. Ela já divulgou um esboço do trabalho (em inglês) e imagens do fragmento no site da Escola de Divindade de Harvard: http://www.hds.harvard.edu/faculty-research/research-projects/the-gospel-of-jesuss-wife 

Fonte: Estadão
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Esta se trata de mais uma tentativa liberal de desconstruir a história de Jesus Cristo, reduzindo-o a um qualquer e colocando (na perspectiva deles) em cheque, os relatos canônicos dos Evangelhos. O pior é que, muita gente deixa de considerar toda uma literatura bíblica existente, para enfatizar um pequeno fragmento como este. 

No blog O tempora, O mores!, o Dr. Augustus Nicodemus, especialista em manuscritologia bíblia e exegese, faz o seguinte comentário a respeito: "Já no séc. II apareceram evangelhos apócrifos com histórias fantasiosas sobre Jesus, boa parte deles produzidos por gnósticos e seitas como os Cainitas. A igreja cristã os rejeitou exatamente porque eram recheados destas histórias absurdas. Qual, então, o valor real de um fragmento de 9 linhas supostamente do séc. II sugerindo que Jesus tinha uma esposa, se comparado com os 5 mil manuscritos do Novo Testamento, datados do séc. II em diante, e que omitem qualquer referência ao fato? Mais um exemplo de notícia sensacionalista tipo Código da Vinci". 

Bem isso mesmo. Tal "descoberta" em nada abala a minha fé. Continuo crendo em Jesus Cristo, tal como revelado nas Sagradas Escrituras do Antigo e Novo Testamento, esta sim, minha única regra de fé e prática.

Leia o lúcido artigo de Reinaldo Azevedo acerca do assunto clicando aqui.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Gospel de rapina



Por Bispo Walter Mcalister

Soube hoje que as Igrejas Cristãs Nova Vida, da qual sou o Bispo Primaz, foram notificadas de que teriam de pagar direitos autorais pela execução de músicas de “louvor” nos seus cultos. Cada uma de nossas igrejas ficaria, assim, responsável por declarar o número de membros e a frequência aos seus cultos, para que fosse avaliado o imposto a ser pago ao Christian Copyright Licensing International (CCLI), sociedade que realiza a arrecadação e a distribuição de direitos autorais decorrentes da execução pública de músicas nacionais e estrangeiras. Por sua vez, o CCLI repassaria o valor devido aos compositores cujas músicas estão cadastradas.

São poucas as vezes em que me vejo sequestrado por um assunto do momento aqui no blog. Tenho como norma pessoal não me deixar levar pelas “últimas”. Já há bastante alvoroço em torno de assuntos efêmeros e não precisam da minha voz para somar à confusão instaurada por “notícias” e controvérsias. Não obstante essa regra que tento seguir, não posso me calar ante esse fato. Já deixei passar algumas horas até que a minha revolta se acalmasse, para que, no seu lugar, pudesse me expressar com clareza e me reportar às Escrituras como regra. Pois, em meio ao transtorno, ninguém se contém e acaba por pecar pelo excesso. Isso não quer dizer que me sinta menos convicto sobre o que tenho a dizer, mas quero realmente trazer uma perspectiva lúcida.

Comecemos pelo que constitui o direito autoral e o porquê da sua existência. Seria justo que alguém lucrasse pelo trabalho, a inspiração e a arte de outro sem que o autor da obra participasse dos lucros? Certamente que não. Cada emissora de rádio, show ou outro tipo de empreendimento com fins lucrativos deve prestar a devida parcela do seu lucro a quem ajudou a produzir essa arte.

Por outro lado, a Igreja é um empreendimento com fins lucrativos? Não – segundo a definição do próprio Estado brasileiro. Ela goza de certos privilégios, na compreensão de que a sua atividade é religiosa, devota e piedosa e, sendo assim, sem fins lucrativos. Que muitos “lucram” em nome da Igreja ninguém duvida. Mas, em termos estritamente definidos pela legislação, não é um empreendimento que tenha como finalidade o lucro.

Louvar a Deus é uma atividade que gera rentabilidade? Também não. Quando cantamos ao Senhor, estamos nos expressando a Deus em sacrifício santo e agradável a Ele (se bem que não caem nesta categoria muitas das músicas que doravante serão objeto de taxação, por decreto-lei). Mas, para manter o fio da meada desta reflexão, suponhamos que as músicas adocicadas, sem fundamento em qualquer real princípio cristão, emotivas e, em alguns casos, passionais (para não dizer sensuais) sejam realmente louvor (algo que tenho tentado ensinar a nossa denominação que não são). Cantar essas músicas traz lucro para a igreja? A resposta é não. A igreja não lucra. Não há um centavo a mais caindo nas salvas porque cantamos uma música de uma dessas cantoras gospel da moda em vez de Castelo Forte. É possível fazer um culto fundamentado apenas nas músicas riquíssimas do Cantor Cristão e da Harpa Cristã (para não falar nos Vencedores por Cristo, cuja maioria das canções não recai sobre este novo decreto-lei).

Esses cantores e essas cantoras têm o apoio de empresários da fé. Homens que também lucram absurdamente às custas da boa-fé de pessoas a quem prometem uma vida de lucro pelo seu envolvimento. Não me surpreende ver a lista de “notáveis” que apoiam essa iniciativa.

Agora, esses cantores que se venderam para emissoras de televisão, que ganham fortunas nas suas turnês “gospel” e pela venda de incontáveis CDs e DVDs, não estão satisfeitos. Querem mais. Querem “enterrar os ossos”. Tornaram-se mercadores da fé, e com essa última cartada, suas máscaras caem por terra. Que máscaras? As que fazem com que acreditemos que eles realmente creem que o culto é para Deus somente. Para eles, a igreja não passa de fonte de lucro. A igreja não passa de um negócio. Sim, porque, por essa ação, afirmam não acreditar que a igreja seja uma assembleia de sacrifício. Para eles, a igreja é uma máquina de dinheiro. Sua eclesiologia é clara. Suas lágrimas de comoção são teatro. Seus gestos de mãos erguidas não passam de encenação.

A despeito do meu repúdio por esse grupo de músicos “cristãos”, fico grato a eles por uma razão. Tenho tentado ensinar a denominação que lidero a ser mais criteriosa na escolha das músicas cantadas nos cultos. Por força da popularidade desses “superastros do louvor” a pressão da juventude e dos músicos da igreja tem sido quase insuportável. Então cantam as músicas sem devocionalidade real deles e delas para o enlevo de pessoas que nem precisavam confessar Jesus para cantá-las com comoção. Graças ao mercantilismo dos tais, vou emitir uma circular para as nossas igrejas em que instruirei todas a pagar os direitos autorais devidos caso queiram insistir em usar as referidas músicas da moda em seus cultos.

Os que não querem fazer parte desse mercado de rapina receberão uma lista compreensiva de músicas que continuam sendo de domínio público, inclusive as que compus e pelas quais nunca recebi nem quero receber um centavo. Graças a Deus, são os bons e velhos hinos que têm conteúdo e substância, confissão e verdadeiro testemunho do Evangelho. Há centenas de hinos antigos que vamos tirar das prateleiras e redescobrir. Podemos aprendê-los e retrabalhá-los para torná-los atuais aos nossos dias, com arranjos interessantes. Músicas escritas por santos e não por crianças. Músicas escritas para a glória de Deus e não para lucro sórdido. Sim, falei sórdido. Pois os atuais já lucraram com o que é legítimo. Agora vão atrás do resto. É um gospel de rapina. Sinto-me na necessidade de tomar um banho, pois essa história me forçou a passear pelo lamaçal onde esses chafurdam para encher a própria barriga – que é o seu deus, afinal.

Que bom que já me acalmei, pois realmente tinha vontade de dizer muito mais.


Na paz,


+W


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Atleta cristão é consagrado nas paraolimpíadas de Londres


O atleta paraolímpico Daniel Dias encerrou os jogos de 2012 com seis medalhas de ouro. Ele participou de seis provas individuais e conquistou a vitória em todas elas.

Evangélico, membro da Igreja Presbiteriana, Daniel conta que escolheu ser feliz e aceitar a deficiência física e hoje agradece a Deus por ser um grande atleta. “Estou muito feliz e grato a Deus”, disse ele em entrevista ao Globo Esporte depois de ser o grande medalhista brasileiro nas Paraolimpíadas 2012.

Essa é a segunda Paraolimpíadas que Daniel participa, somando 15 medalhas, dez de ouro, quatro de prata e uma de bronze o que o tornou o maior atleta paraolímpico da história do Brasil. Questionado pelo jornalista da Globo de como se sente, ele demonstra humildade e gratidão por ter chegado tão longe. “Saio de Londres completamente feliz, honrado por ganhar tantas medalhas em tão pouco tempo. Posso dizer que Deus está comigo. Isso não é para qualquer atleta. Em duas Paraolimpíadas, estou entrando para história. Tenho pelo menos mais duas e espero carimbar de vez o meu nome”.

Sobre sua deficiência ele conta que sempre aceitou a vontade de Deus de tê-lo criado dessa forma. Daniel Dias nasceu com má formação congênita dos membros superiores e da perna direita. “Sempre tive em mente que se Deus me fez assim foi por algum propósito. Sempre aceitei e fui feliz assim. É questão de escolha. E eu escolhi ser feliz. O resto nós buscamos com determinação e fé”, disse ele.

Assista o testemunho de Daniel Dias:


Fonte: Gospel Prime.

sábado, 8 de setembro de 2012

Estudo aponta que mais de 15% dos cristãos que vão à igreja não leem a Bíblia diariamente



Enquanto a maioria dos cristãos que frequentam a igreja deseja honrar a Cristo com suas vidas, muitos deles, entretanto, não leem a Bíblia diariamente, apontou um estudo.

Um estudo realizado pela LifeWay Research, nos Estados Unidos, encontrou que 90 por cento dos fieis “desejam agradar e honrar a Jesus em tudo o que faço”, e 59 por cento dizem “Ao longo do dia eu me pego pensando nas verdades bíblicas.”

Apesar de muitos fazerem tais afirmações, 18 por cento dos fieis afirmam que “raramente/nunca” leem a Bíblia todos os dias. Cerca de 26% dizem que leem a Bíblia algumas vezes na semana, 14% dizem uma vez por semana e 22 % pelo menos uma vez por mês. Apenas 19% dizem que leem a Bíblia todos os dias.

O “Engajamento Bíblico” é um dos oito atributos do discipulado identificado no estudo de Discipulado Transformador conduzido pela LifeWay Research. Uma avaliação desse estudo mede o crescimento espiritual em cada uma das áreas de desenvolvimento.

“O Engajamento Bíblico tem um impacto simplesmente em todas as áreas do crescimento espiritual”, disse Ed Stetzer, presidente da instituição de pesquisa. Segundo ele, se a pessoa segue a Cristo, mas “a verdade não permeia seus pensamentos, aspirações e ações, você não está totalmente engajado na verdade”“A palavra de Deus é verdade, então não deve ser surpresa que ler e estudar a Bíblia são ainda as atividades que tem o maior impacto no crescimento nesse atributo de maturidade espiritual”.

Para aqueles fieis que não leem a Bíblia regularmente, Stetzer alerta: “Você simplesmente não vai crescer se você não conhece a Deus e passa o tempo com a palavra de Deus”.

Outros resultados da pesquisa, a qual a LifeWay descreve como o maior estudo de discipulado desse tipo, continuarão a ser publicados nos próximos meses.

Para saber mais sobre a pesquisa do discipulado Transformador visite LifeWayResearch.com.

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Aqui no Brasil, o resultado da pesquisa seria parecido em alguns círculos, onde o negócio  dos crentes agora não é mais ler a Bíblia, mas cheirá-la. Estamos regredindo.

Pastor Yousef Nadarkhani é solto da prisão



Após permanecer na prisão por quase três anos, sob a ameaça de ser executado por causa de sua fé, o Pastor Yousef Nadarkhani foi liberto da prisão e inocentado da acusação de apostasia.


O pastor Yousef foi convocado a se apresentar no tribunal esta manhã. Sua audiência durou seis horas, mas ao final, ele pôde voltar para sua casa e sua família.

Algumas das fontes próximas ao caso relatam que o tribunal o inocentou das acusações de apostasia (as quais poderiam levá-lo à execução), mas foi considerado culpado na acusação de evangelizar muçulmanos e sentenciado a três anos de prisão por isso. Como ele já estava na prisão durante esse período, ser ser julgado, o tribunal considerou que sua sentença já havia sido cumprida.

Louvamos a Deus pela libertação de Yousef Nadarkhani e agradecemos a você, querido irmão em Cristo, que sofreu junto com essa parte do Corpo que estava sendo afligida.

Vamos orar pela readaptação de Yousef e sua família e por sua proteção. Que Deus seja honrado através do testemunho e vida deste cristão.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Dez razões porque a pregação da Palavra deve ser o centro dos nossos cultos



O reformador francês João Calvino via a pregação do Evangelho como o centro da vida e obra da Igreja. Ele cria que a pregação era central na igreja porque ela era o modo de Deus salvar o Seu povo, até o ponto dele se considerar também um ouvinte: “Quando eu subo ao púlpito não é para ensinar os outros somente. Eu não me retiro aparte, visto que eu devo ser um estudante, e a Palavra que procede da minha boca deve servir para mim assim como para você, ou ela será o pior para mim”, dizia ele.

Para Calvino a pregação da Palavra era um meio de graça para o povo de Deus – “Quando nos reunimos em nome de Deus”, ele dizia, “não é para ouvir meros cânticos” (diferentemente da nossa geração que valoriza extravagantemente o momento de louvor). Para Calvino, os que desenvolviam tais práticas se alimentavam exclusivamente de vento. 

Além disso, Calvino cria que a pregação deveria ser “sem exibição”, para que o povo de Deus pudesse reconhecer nela a Palavra de Deus e para que o próprio Deus, e não o pregador pudesse ser honrado e obedecido.

A luz deste background gostaria de trazer 10 razões porque a pregação das Escrituras deve ocupar o centro do nosso culto:

1. Cristo é exaltado. As Escrituras quando pregadas exaltam o nome do Senhor. É impossível expor a Bíblia sem que o nome do Eterno seja glorificado.

2. O homem é humilhado. A Exposição das Escrituras aponta para o estado de miserabilidade do homem. A pregação da Bíblia revela quem somos, nossas incongruências, idiossincrasias e pecaminosidade, revelando-nos que fora de Cristo todos estão mortos em seus delitos e pecados.

3. Somos reanimados no Senhor. As Escrituras quando pregadas trazem sobre a finitude humana, o poder infinito de um Deus Soberano proporcionando com isso o reascendimento da chama da esperança.

4. Nossa psiquê é envolvida por graça. A Palavra de Deus quando pregada traz remédio para a alma cansada, refrigério para o abatido, alento para o desesperançoso.

5. A Igreja é edificada. Quando a Bíblia é proclamada nossas igrejas são edificadas. A exposição das Escrituras, ao contrário dos movimentos vazios contemporâneos, fazem com que o povo de Cristo cresça no conhecimento do Senhor.

6. Somos protegidos dos erros doutrinários. Calvino costumava dizer que as Escrituras Sagradas é o escudo que nos protege do erro. A Bíblia quando pregada nos traz orientações importantíssimas que se aplicadas em nosso cotidiano nos protegem das heresias e distorções teológicas propagadas pelos falsos profetas.

7. Nos tornamos pessoas mais comprometidas com Cristo. As Escrituras quando pregadas nos desafiam a viver como Cristo viveu. A Bíblia quando proclamada nos leva a desejarmos viver a vida cristã de forma santa, pura e abnegada.

8. Vivemos para a glória de Deus. A Bíblia quando pregada leva-nos a querer viver exclusivamente para a glória de Deus.

9. Ansiamos pela volta do nosso Redentor. As Escrituras quando proclamadas nos levam a ima santa ansiedade pelo glorioso dia em que o Rei dos reis e Senhor dos Senhores voltará para a sua igreja.

10. Somos reavivados. A Bíblia quando pregada reaviva nossa alma, aquece os corações, desperta-nos para oração, desafia-nos a intercessão enchendo nossos corações com o santo desejo de estar continuamente em sua santa presença.

Texto do Pr. Renato Vargens.

Alguns conselhos para o músico cristão



Por Antognoni Misael

A história da música na igreja já passou por diversos estágios até ter se tornado o que de fato é no século XXI. Decerto esta história é bem mais antiga do que pensamos – a saber, que Deus fez uso da música desde o princípio do mundo e até hoje continua se agradando de suas variedades. Uma versão da Bíblia, em espanhol, de Casiodoro de Reino, de 1969, apresenta a seguinte redação de Ezequiel 28.13: “Teus tambores e flautas estiveram preparados para ti no dia da Tua criação”

Não obstante, a primeira citação relacionada a música nas Escrituras acontece com Jubal, filho de Lameque, tido como “o pai de todos os que tocam harpa e flauta” (Gn 4:21); outras passagens relatam sobre Moisés e o povo de Israel quando cantavam (Êx 5.1); Miriã, irmã de Arão e Moisés, que além de cantar e tocar também dançava (Êx 15.20-21); os cânticos de Davi (2Sm 22.1), e a exímia arte de compor canções, do seu filho Salomão (1Rs 4.32); Jesus cantando com seus discípulos (Mt 26.30), e o episódio de Paulo e Silas na prisão louvando ao Senhor (At 16.25).

Certamente na Bíblia não encontramos um livro ou capítulos específicos sobre música, assim como não existe nenhuma contribuição relacionada a técnica, ao sistema tonal, ritmos, harmonizações, técnica vocal, etc. Alegoricamente a Bíblica deixa implícito que há outras fontes de pesquisa, estudo e sistematização adequadas para um preparo correto e coerente para a função do músico na eclésia, visto que a música (como ciência e arte) é uma cultura mutável de acordo com etnias e lugares e seria ilógico deixar para a Igreja um padrão estético pré-moldado – sem falar que a Bíblia não é um fonógrafo.

Decerto, o que aconteceu foi um acompanhamento natural da história da música na igreja com a própria História da Música Ocidental – tratando-se, claro, de ocidente. Não precisamos de longos estudos pra entender que quando o Rock, a Balada e o Pop, (e em menor grau o Blues, Jazz, Samba, Forró, etc.) entraram definitivamente nos repertórios congregacionais das igrejas brasileira na década de 90, só assim o fizeram porque já estavam normalizados na Música do Ocidente. Isto se torna um problema na medida em que não sabemos posicionar nossos conceitos por desconhecer nosso próprio passado, tanto como igreja, quanto como músico.

Atualmente muitos dos que compõem a comissão de frente nos cultos solenes adoram serem chamados de levitas, de serem respeitados, e/ou até vistos como um “canal sagrado” de bênçãos e unções durante as ministrações. Na verdade, o que percebo de perto – como músico “deslevitado” que há 14 anos vive ecoando acordes dentro e fora da igreja – é um certo relaxamento por parte de muitos músicos e líderes envolvidos com a área.

Não há dúvidas de que é importantíssimo na vida de um músico cristão o zelo pela assídua frequência no templo, oração e leitura bíblia. Contudo ainda não é tudo! Ser músico a serviço de Deus é algo que abarca vários detalhes imprescindíveis (principalmente nos dias de hoje onde a música gospel, parece não ter nada do Gospel) para que “verdadeiro adorador” seja um adorador da Verdade.

Fiz algumas observações que considero importantes para os músicos que ministram na igreja:

1) Além de uma vida de adoração, devoção e piedade, busque se aprofundar no estudo musical. Como alguém pode dar o melhor a Deus se não busca aperfeiçoamento técnico? Saiba servir também com um bom instrumento, com belos acordes, ritmo e uma excelente afinação. Isso seria o Básico!

2) Leia bastante sobre a história da igreja e sobre história da música para que você se situe no tempo e espaço. Por exemplo, pra se ter uma idéia, foi apenas no século XVI, na Alemanha, que a igreja protestante liderada por Lutero, desenvolveu a tradição de compor hinos populares cantados em alemão na forma coral (substituindo o cantochão medieval em latim). Então após reforma, tal formato de hinos passou por um processo de “canonização” evangélica, repelindo qualquer aceitação de outras canções senão aquelas dos hinários, entendidas como “as músicas inspiradas por Deus”. O curioso é que essa tradição européia chegou até o Brasil através da colonização e resistiu, a grosso modo, incrivelmente até os idos de 1970.

3) Conheça as funções normais da música e desconstrua a ideia de que ela é sinônimo de adoração. Além de arte, Música é linguagem. Na cultura africana ela tinha uma função especifica de comunicação, o toque dos tambores serviam para um aviso ou chamamento; o que da mesma forma ocorre na ordem unida do militarismo em geral. Atualmente ela tem utilidades peculiares como fundo musical, jingle de comerciais, movimentação sonora para shoping, etc. Na igreja ela pode ser utilizada para: louvor, adoração, comunicação do evangelho, confraternização, entretenimento, casamentos, ensino, testemunho. Ou seja, é bom que o músico saiba qualificar cada música na função especifica, de forma oportuna com os momentos de culto.

4) Procure entender como surgiu a verdadeira música estilo Gospel. Com a segregação racial, no início do século XIX algumas igrejas negras (Batista, Metodista, dentre outras) desenvolveram a música Gospel, que foi resultado de uma miscelânea entre as canções de trabalho (worksong’s) entoadas pelos negros escravos, músicas folclóricas, blues and Jazz, decorrendo em características congregacionais com envolvimento alegre e emotivo entre os fieis. No Brasil, por volta dos anos 90, o Gospel surge como uma marca patenteada por um clã específico, e legitimada por vários grupos que notaram o potencial rentável do mercado evangélico. Hoje, ser “Gospel” no Brasil é ser Pop, ser Astro.

5) Procure conhecer muita música cristã para servir a igreja local com um repertório edificante. Escute VPC, Grupo Elo, Logos, Sérgio Pimenta, João Alexandre, Jorge Camargo, Bené Gomes, Adhemar, dentre tantos, e observe o que ela traz de diferente do Gospel de hoje. Sendo assim, nunca avalie uma canção pela popularidade dela, mas faça uma análise estrutural: letra, mensagem, melodia, harmonia, ritmo, respaldo bíblico. Para que a análise seja bem sucedida não esqueça de que o conhecimento teológico, crítico-musical precisam estar bem afiados.

Estes pequenos conselhos não são frutos de excesso de conhecimento, mas de uma longa aprendizagem, cheia de acertos, mas também repleta de erros. O que não podemos fazer é desistir de sermos melhores para Deus e para as pessoas. (1Co 10.31).


Edições Vida Nova celebra 50 anos


Há 50 anos atrás, tinha início no Brasil a Edições Vida Nova. a editora foi fundada pelo respeitadíssimo Dr. Russell Philip Shedd e sua esposa Patrícia Shedd, missionários da Missão Batista Conservadora dos EUA. A princípio, a editora seria fundada em Portugal, onde o casal Shedd atuava como missionários, porém, devido aos altos custos e a pequena quantidade de crentes nas terras lusitanas, eles resolveram vir para o Brasil.

Dr. Russell Shedd, fundador e presidente emérito da Edições Vida Nova

O trabalho de Shedd cresceu com a ajuda de empresários e, hoje, consolidada, a Edições Vida Nova é uma das maiores referências literárias entre os protestantes de língua portuguesa, com diversos títulos que tanto tem abençoado a pastores, seminaristas e a Igreja de Cristo em geral.

O culto de gratidão a Deus aconteceu no último sábado (01/09), na Igreja Batista da Vila Mariana, em São Paulo/SP, e contou com a presença dos diretores e funcionários da Vida Nova e com a pregação do Dr. Shedd, que também contou, de maneira emocionada, toda história da editora. 

Que Deus continue abençoando o trabalho da Edições Vida Nova, que tanto bem tem feito à Igreja mediante sua rica produção literária.


segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Hoje o meu milagre vai chegar! Será?


Antes de tudo, quero deixar claro uma coisa: Eu creio em milagres. Estou plenamente convicto de que os milagres bíblicos foram reais, tal como descritos na infalível e inerrante Palavra de Deus. Também creio que os milagres possam acontecer nos dias de hoje, afinal de contas, o Deus de ontem é o mesmo de hoje e o será para sempre.

Milagres tem sido assunto de grande discussão hoje em dia. Não são poucos os que os confundem com os “sinais”, mencionados por Jesus em Mc 16.17,18: 17Estes sinais hão de acompanhar aqueles que crêem: em meu nome, expelirão demônios; falarão novas línguas; 18pegarão em serpentes; e, se alguma coisa mortífera beberem, não lhes fará mal; se impuserem as mãos sobre enfermos, eles ficarão curados”.

No grego neo-testamentário, a palavra usada para “sinais” é shmeion, que significa um sinal mediante o qual se reconhece uma pessoa, ou coisa específica, uma “marca” ou “prova” confirmatória, corroborativa e autenticadora. O sinal era algo realizadode maneira sobrenatural por Jesus Cristo e, posteriormente pelos apóstolos, a fim de comprovar a sua comissão divina. Por isso, das 77 vezes que aparece esta palavra no Novo Testamento, 48x acontece nos Evangelhos e 13x em Atos dos Apóstolos – livros que relatam a vida de Jesus e o início da Igreja.

A palavra grega mais usada para “milagres” no Novo Testamento é dunamij, que significa “poder”. Assim, biblicamente, milagre é uma demonstração do poder de Deus, salvando, restaurando, curando, etc. Outra palavra usada para “milagres” é teraj, que significa “prodígio”. Geralmente esta palavra é usada no plural e em combinação com shmeion, a fim de diferenciar as duas intervenções. A palavra teraj ocorre, na maioria das vezes, em Atos.

Entendamos, portanto, que: Os sinais ficaram limitados ao período apostólico – com a finalidade da confirmação da pregação tantos do Senhor Jesus, quanto à dos Seus apóstolos. Já os milagres, são intervenções sobrenaturais de Deus, alterando a estrutura e a vida humana, bem como o curso da natureza, não com o propósito revelador, uma vez que já temos a Revelação completa, a saber, a Palavra de Deus. Em última instância, o propósito dos milagres é a glória de Deus e não a Sua revelação ou confirmação da Sua presença e/ou, aprovação.

Os milagres são intervenções soberanas de Deus e, ainda que Ele use homens para a operação de alguns deles, estes nunca podem ser agendados por quem quer que seja. Deus é livre para realizar os milagres, contudo, Ele também o é para retê-los. Podemos cantar “hoje o meu milagre vai chegar, eu vou crer, não vou duvidar”, mas caso ele não venha, não devemos deixar de crer e nem nos martirizarmos com sentimentos de culpa por uma suposta falta de fé. Lembremos sempre: Os milagres são intervenções divinas e não humanas.

Não devemos cair no erro de entendermos que palavras do tipo “se creres verás a glória de Deus” (Jo 11.40), estão ligadas diretamente às nossas causas pessoais. É claro que devemos crer que o milagre pode acontecer, mas entendamos que a palavra final é de Deus e não nossa ou de algum “curandeiro da fé”. A boa hermenêutica ensina que textos bíblicos que mostram relatos históricos específicos, não devem ser usados como doutrina.

Influenciados pelo neopentecostalismo e, no afã de verem seus rebanhos crescerem, muitos pastores tem apelado para os famosos “cultos de milagres”, “culto da vitória”, “tardes da bênção”, com a presença do “homem de Deus”, do “profeta”, “apóstolo”, “patriarca” e coisas do tipo. O problema não é a realização de cultos e orações clamando por milagres, mas o pragmatismo e a tentação de agendar a ação do Espírito Santo. E o que dizer então, se o milagre não chegar? Faltou fé? Da parte de quem?

Milagres são reais e contemporâneos, mas as extravagâncias evangelicais e pseudo-evangelicais têm feito muita gente desacreditar deles. Quando eles supostamente acontecem, as pessoas são convidadas a gritar, a “glorificar de pé” e a contribuir com quantias determinadas para que “a obra continue”. Mas quando eles não acontecem... Nesse meio, os milagres, que nas Escrituras são descritos como algo sobrenatural, perderam esse peso, afinal de contas, eles são tão corriqueiros e normais: É a dor no dedão que passou; a dor de cabeça que parou; o caroço que sumiu, e por aí vai.

Creio em milagres. Creio na soberania de Deus. Creio que Ele age quando, onde, como e em quem quer – independente de qualquer coisa ou de qualquer pessoa. Creio que não devermos nos colocar no lugar dEle. Em hipótese alguma! Hoje o seu milagre pode chegar! Mas se, porventura não acontecer como queres, lembre-se: Deus sabe exatamente o que de fato precisamos. Por isso, continue crendo, mesmo que você tenha que esperar um pouco mais.


Rev. Rodrigo G. da Silva

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